| Nome : GILMAR APARECIDO CARDOSO Apelido: Preto Data e local de nascimento: Farol, 18 de dezembro de 1968 Signo: Sagitário MINHA GENTE.... Na certidão de nascimento, minha mãe natural é Sílvia Maria Cardoso, uma jovem de 18 anos e solteira. Na vida real, sou filho adotivo do casal de ucranianos José e Lídia Semiguem, por quem fui criado como sendo o filho do coração e com muito amor. Com eles aprendi o verdadeiro sentido da citação bíblica do Êxodo 20:2 “honra teu pai e tua mãe para que teus dias se prolonguem sobre a terra que te dá o Senhor teu Deus”. Um homem simples, humilde, cristão, cumpridor de suas tarefas, e com um coração maior do que ele próprio. Um misto de líder, herói e amigo. Uma mulher amável, meiga, exemplo de mãe, amiga, e com singular bondade. Infelizmente, deixou-me muito cedo a cantarolar a canção do Padre Zezinho, “mãezinha do céu, eu não sei rezar, eu só sei dizer que quero te amar (...) mãezinha eu quero te ver lá no céu....”. Ambos, com Deus, com muito mais espaço para cobrirem de bênçãos a cada um de nós. Deixaram-nos um legado de saudade, e na família, um dos marcos da generosidade e esperança. Dessa união feliz nasceram o Antonio e o Clemente (o Toninho e o Tinho), meus queridos irmãos. O Tinho também foi chamado, na nossa visão de seres humanos, muito cedo para o convívio eterno. Foi com a mesma idade da minha mãe, com pouco mais de 40 anos de idade. O enlace do Toninho com a Alaides, gerou a Mônica, o Hugo, a Magda, a Magali e o Paulinho, também adotivo que se tornou tão filho da família, quanto eu. Em tempo, ainda acabou aparecendo mais nomes: Kettiuly Taciane, que vem a ser a primeira neta fruto dessa nova geração, além da Maísa, do Harrison e do Junior, os filhos do Izaias e da Magda. A Lídia Maria e a Letícia Aparecida são filhas do Hugo e da Viviane. A Lílian, a Marina e o Mateus, são os pimpolhos da Mônica e do Leonildo; além da Larisa, Laís e a Isadora, os pequenos da Magali e do Marquinhos. A troca de alianças entre o Tinho e a Cida, acabou por resultar no garotão James, que hoje casado com a Sueli já é pai do João Victor, na Lídia Letícia que infelizmente, não sobreviveu; na Patrícia que ao lado do Gil são pais da Ana Alice e no caçula Bruno, meu afilhado de batismo, ainda buscando sua alma gêmea. Em 10 de setembro de 1994 casei-me com a encantadora catarinense, descendente de italianos, Dina de Fátima Gandolfi Cardoso, que em 20 de agosto de 1998 e 12 setembro de 2000, brindou-me com o nascimento das nossas adoráveis filhas: Lydia Luyza e Lygia Gabryelle. Anjos travestidos que encheram de alegria a casa dos pais corujas, que a cada dia surpreendem-se com perguntas ou respostas que merecem registro. Essa é a minha turma e tenho um grande orgulho dela! Acho que nem é preciso dizer que ela é um amor, um encantamento, riacho cristalino, que borbulha e saltita em busca de grandes mares. |
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